Episódios
Quando o medo perde espaço, o que pode caber em seu lugar? Neste episódio, Cristina Oliveira dá continuidade à reflexão sobre os muros do medo e suas frestas. Uma conversa sobre encontrar a própria voz, escutar, conviver com as diferenças e construir algo junto, saindo do “eu” para o “nós”.
O medo pode nos proteger, mas também limitar nossas escolhas e nossa participação na vida.
A partir do texto Murar o Medo, do escritor moçambicano Mia Couto, reflito sobre os medos que aprendemos, o autoestigma na saúde mental e os muros invisíveis que construímos nas relações e dentro de nós mesmos.
Quando antecipamos o pior, muitas vezes nos calamos e deixamos de participar de situações que poderiam abrir caminhos para mudanças.
Como reconhecer nossos medos sem permitir que eles decidam por nós?
Neste episódio, compartilho reflexões sobre escuta, protagonismo, enfrentamento do estigma e participação, retomando temas abordados no Saúde Mental Vivências e sua proximidade com os princípios da Comunidade de Fala Brasil – CdF BR.
Porque ouvir é apenas o começo. É preciso transformar a escuta em participação e mudança.
No episódio 212 do Saúde Mental Vivências, Richard Weingarten compartilha uma reflexão pessoal sobre as amizades que fizeram diferença em sua trajetória de recuperação.
Falamos sobre confiança, escuta, apoio e sobre a importância de reconhecer quem nos fortalece nos momentos em que mais precisamos.
Porque escolher quem caminha conosco também é uma forma de autocuidado.
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Acompanhe meu trabalho no site cristinaoliveira.org
O que muda quando construímos relações baseadas na escuta, na troca e no reconhecimento de diferentes saberes?
Neste episódio, a psicóloga Caroline Cusinato traz reflexões sobre horizontalidade, coprodução e experiência vivida em saúde mental.
Mais um episódio da 6ª temporada do Saúde Mental Vivências.
Reflexão sobre uma dimensão muitas vezes esquecida do autocuidado: a importância das relações. Cuidar de si também passa pelo apoio mútuo, pela escuta, pelo pertencimento e pela construção de redes que fortalecem a saúde mental. Uma conversa para ampliar nosso olhar sobre o cuidado, lembrando que ninguém precisa enfrentar a vida sozinho.
O final do semestre costuma trazer uma sensação comum: o cansaço. Mas como reconhecer quando esse desgaste também pede cuidado?
Neste episódio, reflito sobre o autocuidado, a importância de respeitar nossos limites e de compreender que descansar também faz parte da saúde mental.
Uma conversa para quem acredita que cuidar de si é um gesto de responsabilidade e de esperança.
Neste episódio, o podcast Saúde Mental Vivências inicia a série "Autocuidado – pequenos gestos, grandes impactos".
A série abordará três dimensões de autocuidado: o cuidado que começa em mim, o cuidado que acontece entre nós e o cuidado que também pede ajuda.
Acompanhe a série e participe enviando sugestões de temas e reflexões.
No episódio de hoje do Saúde Mental Vivências, apresento a escritora Maria Cecile Azambuja e seu livro: Mais foco no que importa. Pare. Escreva. Acerte o alvo. Guia terapêutico para transformação interior
Compartilho reflexões sobre a proposta da obra e a leitura de trechos que abordam a escrita sem julgamentos como ferramenta de autoconhecimento, expressão emocional e transformação.
Compartilho o impacto de um encontro com o Movimento Mulheres Cuidadoras que me fez refletir sobre os sentimentos, desafios e potências das mulheres que sustentam o cuidado em saúde mental.
A partir das experiências do Coletivo Mulheres Cuidadoras e do trabalho desenvolvido na Comunidade de Fala Brasil, faço uma reflexão sobre narrativas em primeira pessoa, cidadania, participação social e a pergunta que permanece necessária: quem cuida de quem cuida?
O Canal Saúde Mental Vivências está em sua sexta temporada. Todos os episódios estão disponíveis em www.cristinaoliveira.org, no Spotify e Apple Podcast
Este episódio faz uma reflexão sobre os bons sentimentos e sobre como pequenos gestos de empatia, cuidado e presença cotidiana contribuem para a saúde mental coletiva. Um convite para perceber aquilo que sustenta vínculos e acolhe silenciosos pedidos de ajuda. ....................................................................................................................
Sexta temporada do podcast Saúde Mental Vivências.
Mais episódios em www.cristinaoliveira.org, Spotify e Apple Podcast
No episódio de hoje do Saúde Mental Vivências, proponho uma reflexão sobre a Páscoa como experiência ética do nosso tempo. Em meio a radicalizações e violências sociais, permanecer humano torna-se um exercício de coerência, cuidado e responsabilidade coletiva. Um convite à renovação que ultrapassa o simbólico e se traduz em escolhas cotidianas.
Episódio integrante da sexta temporada do podcast Saúde Mental Vivências.
No Dia Mundial do Transtorno Bipolar, o podcast Saúde Mental Vivências apresenta um novo episódio dedicado à reflexão e à ampliação do diálogo público sobre saúde mental.
O transtorno bipolar ainda é cercado por estigmas, simplificações e incompreensões. Falar sobre o tema significa abrir espaço para o conhecimento, para a experiência vivida e para a construção de caminhos possíveis de cuidado, convivência e recuperação.
No episódio de hoje, o tema é o luto — um processo humano e muitas vezes silenciado.
O episódio aborda suas dimensões emocionais e existenciais, os impactos no sofrimento psíquico e a importância do cuidado e da escuta, atravessado por uma vivência pessoal de perda.
Neste episódio, de número 201, reflito sobre os “sustos” que atravessam nossa vida — especialmente quando convivemos com um diagnóstico em saúde mental e aprendemos a reconhecer sinais e possíveis crises.
Compartilho uma experiência pessoal recente que deslocou meu foco do monitoramento constante dos “faróis internos” para o cuidado com o outro. Esse movimento trouxe um aprendizado importante: nem todo susto desorganiza. Alguns nos fortalecem, ampliam nosso olhar e nos reconectam ao coletivo.